Comunidade São Tiago - Paróquia Santa Maria Goretti - Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo.
Minha lista de blogs
quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
São Pedro e São Paulo Apóstolos
29 de Junho
Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro. Em princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira comunidade. Pregou no Dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como seu Senhor, Jesus Cristo.
Escreveu duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho.
Paulo, cujo nome antes da conversão era Saulo ou Saul, era natural de Tarso. Recebeu educação esmerada "aos pés de Gamaliel", um dos grandes mestres da Lei na época. Tornou-se fariseu zeloso, a ponto de perseguir e aprisionar os cristãos, sendo responsável pela morte de muitos deles.
Converteu-se à fé cristã no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor Ressuscitado lhe apareceu e o chamou para o apostolado. Recebeu o batismo do Espírito Santo e preparou-se para o ministério. Tornou-se um grande missionário e doutrinador, fundando muitas comunidades. De perseguidor passou a perseguido, sofreu muito pela fé e foi coroado com o martírio, sofrendo morte por decapitação.
Escreveu treze Epístolas e ficou conhecido como o "Apóstolo dos gentios".
São Pedro e São Paulo, rogai por nós!
Bento XVI fala sobre o dia de sua Ordenação Sacerdotal
A minha vida: autobiografia de Joseph Ratzinger
Pude dedicar-me totalmente, pelo menos nos últimos dois meses, à preparação para o grande passo: a ordenação sacerdotal, que recebemos na Sé Catedral de Freising das mãos do Cardeal Faulhaber, na festa de São Pedro e São Paulo, no ano de 1951. Éramos mais de quarenta candidatos; quando fomos chamados respondemos Adsum,'Eis-me aqui'. Era um esplêndido dia de Verão, que se tornou inesquecível como o momento mais importante da minha vida. Não devemos ser supersticiosos, mas no instante em que o velho arcebispo impôs as suas mãos sobre mim, um pássaro – talvez uma calhandra – levantou voo por cima do altar-mor e entoou um breve canto muito alegre; para mim, foi como se uma voz do Alto me dissesse: está tudo bem, escolheste a estrada certa.
Seguiram-se depois quatro semanas de Verão, que foram uma grande festa. No dia da Missa Nova, a nossa igreja paroquial de São Osvaldo estava iluminada em todo o seu esplendor, e a alegria que a enchia, quase materialmente, envolveu todos naquela ação sagrada, na forma intensa de uma participação ativa, que não necessitava de um ordenamento exterior especial. Éramos convidados a levar todas as casas a bênção da Missa Nova e fomos acolhidos em todo o lado, inclusive por pessoas de todo desconhecidas, com uma cordialidade que até aquele momento nem sequer teria imaginado.
Desse modo, experimentei muito diretamente as expectativas e a esperança que os homens depositam num sacerdote, aquilo que esperam da sua bênção, que resulta da força do sacramento. Não se tratava da minha pessoa ou da pessoa do meu irmão; que significado podiam ter dois jovens, como nós, para tantas pessoas que encontrávamos? Eles viam em nós pessoas a quem Jesus Cristo tinha confiado a missão de levar a Sua presença aos homens. E precisamente por não sermos nós os protagonistas é que nasciam tão rapidamente relações amigáveis.
Seguiram-se depois quatro semanas de Verão, que foram uma grande festa. No dia da Missa Nova, a nossa igreja paroquial de São Osvaldo estava iluminada em todo o seu esplendor, e a alegria que a enchia, quase materialmente, envolveu todos naquela ação sagrada, na forma intensa de uma participação ativa, que não necessitava de um ordenamento exterior especial. Éramos convidados a levar todas as casas a bênção da Missa Nova e fomos acolhidos em todo o lado, inclusive por pessoas de todo desconhecidas, com uma cordialidade que até aquele momento nem sequer teria imaginado.
Desse modo, experimentei muito diretamente as expectativas e a esperança que os homens depositam num sacerdote, aquilo que esperam da sua bênção, que resulta da força do sacramento. Não se tratava da minha pessoa ou da pessoa do meu irmão; que significado podiam ter dois jovens, como nós, para tantas pessoas que encontrávamos? Eles viam em nós pessoas a quem Jesus Cristo tinha confiado a missão de levar a Sua presença aos homens. E precisamente por não sermos nós os protagonistas é que nasciam tão rapidamente relações amigáveis.
Joseph Ratzinger. A minha vida: autobiografia
Papa comemora 60 anos de padre: dia mais importante da minha vida
Leonardo Meira
Da Redação, com informações do Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé, L'Osservatore Romano e Rádio Vaticano
O Papa Bento XVI comemora 60 anos de sua Ordenação Sacerdotal nesta quarta-feira, 29 de junho, Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo.
Em 1951, na Catedral de Freising, na Alemanha, ele, seu irmão Georg e outros 42 candidatos receberam a Ordenação das mãos do Arcebispo de Munique e Freising, Cardeal Michael von Faulhaber (1869-1952), biblista, patrólogo e um dos mais corajosos críticos do regime hitleriano.
"Era um esplêndido dia de verão, que permanece inesquecível como o momento mais importante da minha vida", define o Papa em sua autobiografia A Minha Vida (1997), escrita quando ele ainda era o Cardeal Joseph Ratzinger.
Em 1951, na Catedral de Freising, na Alemanha, ele, seu irmão Georg e outros 42 candidatos receberam a Ordenação das mãos do Arcebispo de Munique e Freising, Cardeal Michael von Faulhaber (1869-1952), biblista, patrólogo e um dos mais corajosos críticos do regime hitleriano.
"Era um esplêndido dia de verão, que permanece inesquecível como o momento mais importante da minha vida", define o Papa em sua autobiografia A Minha Vida (1997), escrita quando ele ainda era o Cardeal Joseph Ratzinger.
Exemplo
Mesmo após eleito Papa, Ratzinger continua sacerdote. Com esses, partilha a missão de tornar presente no mundo e na história dos homens deste tempo o único Senhor.
"A sua história sacerdotal torna-se rica de mensagem e de significado para todos. Joseph Ratzinger dedicou a sua vida – para usar as suas próprias palavras de um texto de alguns anos atrás – ao serviço da Palavra de Deus que busca e procurar ouvintes entre as milhares de palavras dos homens. Nessa frase, parece-me que esteja todo o sentido da vocação, da missão sacerdotal de Joseph Ratzinger, hoje Bento XVI. Ele quis colocar a sua inteligência, o seu coração, todas as suas energias a serviço da Palavra de Deus. Frente a um mundo como aquele de sua juventude, perturbado pelos totalitarismos, pela violência da guerra, frente a uma Europa que buscava razões para viver, para ter esperanças após a destruição daqueles anos... ele sentiu mais do que nunca a urgência de dar aos homens a única mensagem capaz de preencher os seus corações de confiança e esperança: a Palavra da revelação do Deus vivo! Essa é também uma missão que caracteriza o seu Pontificado", indica o Arcebispo de Chieti-Vasto e um dos mais renomados teólogos italianos da atualidade, Dom Bruno Forte.
Um ministério também caracterizado pela profunda pesquisa teológica e zelo apostólico.
"O Papa é absolutamente natural. Ele é aquilo que é e basta: nada nele é estudado, não há 'atitudes'. E também é formidável o seu Magistério, capaz de se centrar no âmago das questões culturais do nosso tempo e ajudar a Igreja a dar as respostas, a guiar com naturalidade e grande simplicidade também às verdades mais altas. Emana, diria, um sentimento de paz da sua pessoa: aquela paz que somente Cristo sabe dar e que é própria dos homens livres, livres porque enraizados na verdade e na humildade", assinala o prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Mauro Piacenza.
O purpurado aponta a alegria e simplicidade como características de Bento XVI. Nessa perspectiva, comemorar o aniversário de sacerdócio do Papa torna-se também ocasião para todos os sacerdotes refletirem sobre sua participação na missão pastoral, bem como para todos os fiéis e homens de boa vontade observarem e melhor compreenderem o que representa para ele a figura sacerdotal.
Cardeal Piacenza também crê que a celebração deste aniversário pode estimular o nascimento de novas vocações. "Porque o verdadeiro protagonista de aniversário deste tipo é Jesus, Jesus sacerdote. A figura humana do sacerdote que é festejado torna-se importante porque se percebe assim como aquele eterno sacerdócio de Cristo é transmitido, encarnado para acompanhar as várias gerações. E quando a pessoa é como o nosso amado Papa, somos auxiliados a compreender melhor o sacerdócio".
Dessa forma, os jovens são favorecidos a dar o seu sim ao chamado de Deus. E eis que aí surge um Papa que, após 60 anos de sacerdócio, é sempre mais jovem e ensina como se vive o sacerdócio. E isso é muito estimulante para as vocações.
"O aniversário deste 60º pode fazer compreender também a todos os chamados ao sacerdócio que não se trata de serem bons sacerdotes, como horizonte. Trata-se de serem simplesmente sacerdotes. E isso é muito mais que dizer 'santos' sacerdotes, 'bons' sacerdotes, porque dizendo 'sacerdotes', se é sacerdote de verdade, se é um outro Cristo, então. O papa recorda isso com a sua presença. 'Bons' significa dar um caráter de moralidade à nossa vida; trata-se, mais do que tudo, ao contrário, de nos tornarmos conscientes de estarmos inseridos no mistério de Cristo para torná-lo verdadeiramente presente no mundo de hoje. Os olhos de Deus repousam sobre os sacerdotes para torná-los seus amigos de um modo todo particular. Mas isso também é útil para os homens de boa vontade, para que compreendam o que o sacerdote faz é um enriquecimento para todos".
Oração pelo seu 60º aniversário
Senhor,
damos-te graças
porque abriste teu coração para nós;
porque, em tua morte e em tua ressurreição,
converteste-te em fonte de vida.
Faze que sejamos pessoas vivas,
vivas por tua fonte,
e dá-nos o poder ser nós também fontes,
capazes de dar a este nosso tempo
água de vida.
Damos-te graças
pela graça do ministério sacerdotal.
Senhor, abençoa-nos
e abençoa a todos os homens deste tempo
que estão sedentos e em busca.
Amém.
Mesmo após eleito Papa, Ratzinger continua sacerdote. Com esses, partilha a missão de tornar presente no mundo e na história dos homens deste tempo o único Senhor.
"A sua história sacerdotal torna-se rica de mensagem e de significado para todos. Joseph Ratzinger dedicou a sua vida – para usar as suas próprias palavras de um texto de alguns anos atrás – ao serviço da Palavra de Deus que busca e procurar ouvintes entre as milhares de palavras dos homens. Nessa frase, parece-me que esteja todo o sentido da vocação, da missão sacerdotal de Joseph Ratzinger, hoje Bento XVI. Ele quis colocar a sua inteligência, o seu coração, todas as suas energias a serviço da Palavra de Deus. Frente a um mundo como aquele de sua juventude, perturbado pelos totalitarismos, pela violência da guerra, frente a uma Europa que buscava razões para viver, para ter esperanças após a destruição daqueles anos... ele sentiu mais do que nunca a urgência de dar aos homens a única mensagem capaz de preencher os seus corações de confiança e esperança: a Palavra da revelação do Deus vivo! Essa é também uma missão que caracteriza o seu Pontificado", indica o Arcebispo de Chieti-Vasto e um dos mais renomados teólogos italianos da atualidade, Dom Bruno Forte.
Um ministério também caracterizado pela profunda pesquisa teológica e zelo apostólico.
"O Papa é absolutamente natural. Ele é aquilo que é e basta: nada nele é estudado, não há 'atitudes'. E também é formidável o seu Magistério, capaz de se centrar no âmago das questões culturais do nosso tempo e ajudar a Igreja a dar as respostas, a guiar com naturalidade e grande simplicidade também às verdades mais altas. Emana, diria, um sentimento de paz da sua pessoa: aquela paz que somente Cristo sabe dar e que é própria dos homens livres, livres porque enraizados na verdade e na humildade", assinala o prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Mauro Piacenza.
O purpurado aponta a alegria e simplicidade como características de Bento XVI. Nessa perspectiva, comemorar o aniversário de sacerdócio do Papa torna-se também ocasião para todos os sacerdotes refletirem sobre sua participação na missão pastoral, bem como para todos os fiéis e homens de boa vontade observarem e melhor compreenderem o que representa para ele a figura sacerdotal.
Cardeal Piacenza também crê que a celebração deste aniversário pode estimular o nascimento de novas vocações. "Porque o verdadeiro protagonista de aniversário deste tipo é Jesus, Jesus sacerdote. A figura humana do sacerdote que é festejado torna-se importante porque se percebe assim como aquele eterno sacerdócio de Cristo é transmitido, encarnado para acompanhar as várias gerações. E quando a pessoa é como o nosso amado Papa, somos auxiliados a compreender melhor o sacerdócio".
Dessa forma, os jovens são favorecidos a dar o seu sim ao chamado de Deus. E eis que aí surge um Papa que, após 60 anos de sacerdócio, é sempre mais jovem e ensina como se vive o sacerdócio. E isso é muito estimulante para as vocações.
"O aniversário deste 60º pode fazer compreender também a todos os chamados ao sacerdócio que não se trata de serem bons sacerdotes, como horizonte. Trata-se de serem simplesmente sacerdotes. E isso é muito mais que dizer 'santos' sacerdotes, 'bons' sacerdotes, porque dizendo 'sacerdotes', se é sacerdote de verdade, se é um outro Cristo, então. O papa recorda isso com a sua presença. 'Bons' significa dar um caráter de moralidade à nossa vida; trata-se, mais do que tudo, ao contrário, de nos tornarmos conscientes de estarmos inseridos no mistério de Cristo para torná-lo verdadeiramente presente no mundo de hoje. Os olhos de Deus repousam sobre os sacerdotes para torná-los seus amigos de um modo todo particular. Mas isso também é útil para os homens de boa vontade, para que compreendam o que o sacerdote faz é um enriquecimento para todos".
Oração pelo seu 60º aniversário
Senhor,
damos-te graças
porque abriste teu coração para nós;
porque, em tua morte e em tua ressurreição,
converteste-te em fonte de vida.
Faze que sejamos pessoas vivas,
vivas por tua fonte,
e dá-nos o poder ser nós também fontes,
capazes de dar a este nosso tempo
água de vida.
Damos-te graças
pela graça do ministério sacerdotal.
Senhor, abençoa-nos
e abençoa a todos os homens deste tempo
que estão sedentos e em busca.
Amém.
Bento XVI celebra 60 anos de ordenação presbiteral e entrega Pálio a 40 arcebispos
Durante a missa, Bento XVI fará a imposição do Pálio a 40 arcebispos metropolitanos, entre os quais sete brasileiros: os arcebispos de Salvador (BA), dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, e de Palmas (TO), dom Pedro Brito Guimarães; os arcebispos das recém-criadas arquidioceses gaúchas de Pelotas, dom Jacinto Bergmann; de Santa Maria, dom Hélio Adelar Rubert, e de Passo Fundo, dom Pedro Ercílio Simon; e os arcebispos eleitos de Brasília (DF), dom Sérgio da Rocha, e de Campo Grande (MS), dom Dimas Lara Barbosa.
O Pálio é uma faixa de lã branca com seis cruzes pretas de seda. É uma insígnia litúrgica de "honra e jurisdição", símbolo do laço particular que une os arcebispos metropolitanos ao Sucessor de Pedro.
A lã usada para confeccionar o Pálio é extraída de dois cordeiros brancos bentos pelo papa em 21 de janeiro, dia de Santa Inês. Esta tradição tem suas raízes no martírio de Santa Inês, adolescente romana, martirizada durante a perseguição de Décio ou de Diocleciano, entre os Séculos III e IV. Com apenas doze anos, Inês não renegou Jesus e, por isso, teve a garganta cortada com uma espada do modo como se matavam os cordeiros.
Confira a lista dos que receberão o Pálio.
1.Dom Antoine Ganyé Jude - Arcebispo de Cotonou (Benin)
2.Dom Augustine Obiora Akubeze - Arcebispo de Benin City (Nigéria)
3.Dom Cesare Nosiglia - Arcebispo de Torino (Itália)
4.Dom Charles Henry Dufour - Arcebispo de Kingston (Jamaica)
5.Dom Dario de Jesús Monsalve Mejia - Arcebispo de Cali (Colômbia)
6.Dom Dimas Lara Barbosa - Arcebispo de Campo Grande (Brasil)
7.Dom Fausto Gabriel Trávez Trávez - Arcebispo de Quito (Equador)
8.Dom Fernando Natalio Chomali Garib - Arcebispo de Concepción (Chile)
9.Dom George Stack - Arcebispo de Cardiff (Gales)
10.Dom Gerard Cyprien Lacroix - Arcebispo de Québec (Canadá)
11.Dom Gonzalo Restrepo Restrepo - Arcebispo de Manizales (Colômbia)
12.Dom Gustavo Garcia-Siller - Arcebispo de San Antonio (Estados Unidos)
13.Dom Hélio Adelar Rubert - Arcebispo de Santa Maria (Brasil)
14.Dom Jacinto Bergmann - Arcebispo de Pelotas (Brasil)
15.Dom Jairo Jaramillo Monsalve - Arcebispo de Barranquilla (Colômbia)
16.Dom James Peter sartain - Arcebispo de Seattle (Estados Unidos)
17.Dom José Horacio Gómez - Arcebispo de Los Angeles (Estados Unidos)
18.Dom José Manuel Imbamba - Arcebispo de Saurimo (Angola)
19.Dom José Serofia PALMA - Arcebispo de Cebu (Filipinas)
20.Dom Juan Alberto Puiggari - Arcebispo de Paraná (Argentina)
21.Dom Jude Thaddaeus Ruwa’ichi - Arcebispo de Mwanza (Tanzânia)
22.Dom Luis María Pérez De Onraita Aguirre - Arcebispo de Malanje (Angola)
23.Dom Marjan Turnšek - Arcebispo de Maribor (Eslovênia)
24.Dom Murilo Sabastião Ramos Krieger - Arcebispo de São Salvador da Bahia (Brasil)
25.Dom Oscar Julio Vian Morales - Arcebispo de Guatemala (Guatemala)
26.Dom Paul Stagg Coakley - Arcebispo de Oklahoma City (Estados Unidos)
27.Dom Paul Yembuado Ouédraogo - Arcebispo de Bobo-Dioulasso (Burkina Faso)
28.Dom Pedro Brito Guimarães -Arcebispo de Palmas (Brasil)
29.Dom Pedro Ercílio Simon - Arcebispo de Passo Fundo (Brasil)
30.Dom Pierre Marie Carré - Arcebispo de Montpellier (França)
31.Dom Rémi Joseph Gustave Sainte-Marie - Arcebispo de Lilongwe (Malawi)
32.Dom Ricardo Ezzati Andrello - Arcebispo de Santiago de Chile (Chile)
33.Dom Rubén Salazar Gómez - Arcebispo de Bogotá (Colômbia)
34.Dom Sergio da Rocha - Arcebispo de Brasilia (Brasil)
35.Dom Sergio Lasam Utleg - Arcebispo de Tuguegarao (Filipinas)
36.Dom Thaddeus Cho Hwan-Kil - Arcebispo de Daegu (Coreia)
37.Dom Thumma Bala - Arcebispo de Hyderabad (Índia)
38.Dom Vincenzo Bertolone - Arcebispo de Catanzaro-Squillace (Itália)
39.Dom William Slattery - Arcebispo de Pretoria (África do Sul)
40.Dom Zbigņev Stankevics - Arcebispo de Riga (Lituânia)
O Pálio é uma faixa de lã branca com seis cruzes pretas de seda. É uma insígnia litúrgica de "honra e jurisdição", símbolo do laço particular que une os arcebispos metropolitanos ao Sucessor de Pedro.
A lã usada para confeccionar o Pálio é extraída de dois cordeiros brancos bentos pelo papa em 21 de janeiro, dia de Santa Inês. Esta tradição tem suas raízes no martírio de Santa Inês, adolescente romana, martirizada durante a perseguição de Décio ou de Diocleciano, entre os Séculos III e IV. Com apenas doze anos, Inês não renegou Jesus e, por isso, teve a garganta cortada com uma espada do modo como se matavam os cordeiros.
Confira a lista dos que receberão o Pálio.
1.Dom Antoine Ganyé Jude - Arcebispo de Cotonou (Benin)
2.Dom Augustine Obiora Akubeze - Arcebispo de Benin City (Nigéria)
3.Dom Cesare Nosiglia - Arcebispo de Torino (Itália)
4.Dom Charles Henry Dufour - Arcebispo de Kingston (Jamaica)
5.Dom Dario de Jesús Monsalve Mejia - Arcebispo de Cali (Colômbia)
6.Dom Dimas Lara Barbosa - Arcebispo de Campo Grande (Brasil)
7.Dom Fausto Gabriel Trávez Trávez - Arcebispo de Quito (Equador)
8.Dom Fernando Natalio Chomali Garib - Arcebispo de Concepción (Chile)
9.Dom George Stack - Arcebispo de Cardiff (Gales)
10.Dom Gerard Cyprien Lacroix - Arcebispo de Québec (Canadá)
11.Dom Gonzalo Restrepo Restrepo - Arcebispo de Manizales (Colômbia)
12.Dom Gustavo Garcia-Siller - Arcebispo de San Antonio (Estados Unidos)
13.Dom Hélio Adelar Rubert - Arcebispo de Santa Maria (Brasil)
14.Dom Jacinto Bergmann - Arcebispo de Pelotas (Brasil)
15.Dom Jairo Jaramillo Monsalve - Arcebispo de Barranquilla (Colômbia)
16.Dom James Peter sartain - Arcebispo de Seattle (Estados Unidos)
17.Dom José Horacio Gómez - Arcebispo de Los Angeles (Estados Unidos)
18.Dom José Manuel Imbamba - Arcebispo de Saurimo (Angola)
19.Dom José Serofia PALMA - Arcebispo de Cebu (Filipinas)
20.Dom Juan Alberto Puiggari - Arcebispo de Paraná (Argentina)
21.Dom Jude Thaddaeus Ruwa’ichi - Arcebispo de Mwanza (Tanzânia)
22.Dom Luis María Pérez De Onraita Aguirre - Arcebispo de Malanje (Angola)
23.Dom Marjan Turnšek - Arcebispo de Maribor (Eslovênia)
24.Dom Murilo Sabastião Ramos Krieger - Arcebispo de São Salvador da Bahia (Brasil)
25.Dom Oscar Julio Vian Morales - Arcebispo de Guatemala (Guatemala)
26.Dom Paul Stagg Coakley - Arcebispo de Oklahoma City (Estados Unidos)
27.Dom Paul Yembuado Ouédraogo - Arcebispo de Bobo-Dioulasso (Burkina Faso)
28.Dom Pedro Brito Guimarães -Arcebispo de Palmas (Brasil)
29.Dom Pedro Ercílio Simon - Arcebispo de Passo Fundo (Brasil)
30.Dom Pierre Marie Carré - Arcebispo de Montpellier (França)
31.Dom Rémi Joseph Gustave Sainte-Marie - Arcebispo de Lilongwe (Malawi)
32.Dom Ricardo Ezzati Andrello - Arcebispo de Santiago de Chile (Chile)
33.Dom Rubén Salazar Gómez - Arcebispo de Bogotá (Colômbia)
34.Dom Sergio da Rocha - Arcebispo de Brasilia (Brasil)
35.Dom Sergio Lasam Utleg - Arcebispo de Tuguegarao (Filipinas)
36.Dom Thaddeus Cho Hwan-Kil - Arcebispo de Daegu (Coreia)
37.Dom Thumma Bala - Arcebispo de Hyderabad (Índia)
38.Dom Vincenzo Bertolone - Arcebispo de Catanzaro-Squillace (Itália)
39.Dom William Slattery - Arcebispo de Pretoria (África do Sul)
40.Dom Zbigņev Stankevics - Arcebispo de Riga (Lituânia)
terça-feira, 28 de junho de 2011
Ação catequética
Está havendo grande esforço de uma catequese voltada para as exigências da cultura moderna. O grande objetivo é formar discípulos missionários dentro do processo de iniciação à vida cristã, de inspiração catecumenal e centrado na prática concreta das primeiras comunidades cristãs.
A Igreja procura, mesmo que de forma lenta e prudente, acompanhar os passos e as mudanças da história. Não estamos mais no tempo da cristandade nem de uma catequese focada na preocupação doutrinal e no estilo de perguntas e respostas.
O principal objetivo da catequese é formar e conscientizar o catequizando, de todas as idades, para o sentido da vida da graça. É a experiência de um encontro profundo com Jesus Cristo, com uma Pessoa concreta, que atinge a vida das pessoas na comunidade cristã.
Os batizados nem sempre são evangelizados. Por isso, a Igreja está preocupada com uma catequese de adultos. Muitos não são ainda, mesmo que batizados, introduzidos na vida cristã e são cristãos só de nome e sem compromisso de fé.
A catequese, nas dimensões de hoje, precisa ser mais envolvente, que chegue à família e a toda a comunidade. Isso significa que não conseguimos atingir os verdadeiros objetivos catequéticos se a família e a comunidade não forem também catequizadoras.
Necessitamos de uma catequese mais profética e assentada numa espiritualidade madura e libertadora. Que anuncie a Pessoa de Jesus Cristo com base na Palavra de Deus e no testemunho verdadeiro de prática cristã na sociedade e na Igreja.
No processo metodológico, como anuncia o Documento de Aparecida, é preciso “abandonar as ultrapassadas estruturas que já não favorecem a transmissão da fé”. Na verdade, é urgente buscar uma “conversão pastoral e renovação missionária...” (n. 375).
Urge à Igreja fazer uma profunda revisão de sua ação catequética. Há ainda muita estrutura arcaica, sem frutos e conservadorista, necessitando de passar por um processo de conversão. Pensar numa Igreja e numa catequese voltadas para a sociedade, para as necessidades das realidades práticas e temporais das pessoas. Catequese que saia da sacristia, que enfrente os desafios de uma cultura capitalista, consumista e totalmente secularizada.
Sejamos agentes desta nova catequese, conscientes de nossa missão cristã, principalmente vocacionados para o trabalho catequético em nossas comunidades concretas. Temos que absorver a “mudança de época” com o coração comprometido.
A Igreja procura, mesmo que de forma lenta e prudente, acompanhar os passos e as mudanças da história. Não estamos mais no tempo da cristandade nem de uma catequese focada na preocupação doutrinal e no estilo de perguntas e respostas.
O principal objetivo da catequese é formar e conscientizar o catequizando, de todas as idades, para o sentido da vida da graça. É a experiência de um encontro profundo com Jesus Cristo, com uma Pessoa concreta, que atinge a vida das pessoas na comunidade cristã.
Os batizados nem sempre são evangelizados. Por isso, a Igreja está preocupada com uma catequese de adultos. Muitos não são ainda, mesmo que batizados, introduzidos na vida cristã e são cristãos só de nome e sem compromisso de fé.
A catequese, nas dimensões de hoje, precisa ser mais envolvente, que chegue à família e a toda a comunidade. Isso significa que não conseguimos atingir os verdadeiros objetivos catequéticos se a família e a comunidade não forem também catequizadoras.
Necessitamos de uma catequese mais profética e assentada numa espiritualidade madura e libertadora. Que anuncie a Pessoa de Jesus Cristo com base na Palavra de Deus e no testemunho verdadeiro de prática cristã na sociedade e na Igreja.
No processo metodológico, como anuncia o Documento de Aparecida, é preciso “abandonar as ultrapassadas estruturas que já não favorecem a transmissão da fé”. Na verdade, é urgente buscar uma “conversão pastoral e renovação missionária...” (n. 375).
Urge à Igreja fazer uma profunda revisão de sua ação catequética. Há ainda muita estrutura arcaica, sem frutos e conservadorista, necessitando de passar por um processo de conversão. Pensar numa Igreja e numa catequese voltadas para a sociedade, para as necessidades das realidades práticas e temporais das pessoas. Catequese que saia da sacristia, que enfrente os desafios de uma cultura capitalista, consumista e totalmente secularizada.
Sejamos agentes desta nova catequese, conscientes de nossa missão cristã, principalmente vocacionados para o trabalho catequético em nossas comunidades concretas. Temos que absorver a “mudança de época” com o coração comprometido.
Bispo diocesano de São José do Rio Preto
Assinar:
Postagens (Atom)
